sexta-feira, maio 19, 2017

Notas aos burlões da Praxe (Comissão de Praxe da ESDRM)

Quando uma pessoa anda a anunciar gato por lebre, dizemos que é um burlão.

É o caso daquilo que é anunciado como sendo correcto e, contudo, não passa de uma sucessão de falsidades, erros, mentiras, "vendidos" como se de produto credível se tratasse, por parte de quem, nesta altura do campeonato, só propaga heresias porque quer ou por uma genética incompetência.

Até o Calcitrin nos parece infinitamente mais sério do que aquilo que a dita "Comissão de Praxe" da ESDRM (Escola Superior de Desporto de Rio Maior) apregoa.

Supremos, a haver, são os erros elencados e publicitados no FB da dita comissão.

 

Não iremos aqui rebater cada um dos itens que fazem parte das pseudo "Reg(r)as da Capa", porque já aqui se explicou o porquê desses erros (é dar uma espreitadela na coluna do lado esquerdo, onde está uma lista de artigos disponíveis, por ordem alfabética).

Apenas dizer que, analisados todos aqueles pontos, não há nem um que não contenha mentiras e atentados à Praxe e à Tradição Académica (e já se imagina, pela amostra, o que mais andarão a inventar no resto).

Abaixo fica a imagem para ilustrar o que acabámos de dizer.

A discussão, essa, segue no grupo de FB "Tradições Académicas e Praxe".
 
CLICAR NA IMAGEM PARA AUMENTAR VISUALIZAÇÃO
 
 
 
 
.
 
 
 
 

terça-feira, março 07, 2017

Notas aos 60 anos do Código da praxe da UC


Será este próximo semana que o CV da UC leva a cabo um conjunto de palestras tendo por pano de fundo os 60 anos de código da Praxe.
 
 
 

Foi o N&M convidado a estar representado, contudo, não foi possível atender a esse convite por, logo na altura, se ter verificado incompatibilidade de agenda.
Aproveita-se, aqui, desde já, para agradecer  ao CV o convite que nos foi dirigido para participar.





Deseja-se que os painéis possam ser ricos e diversificados de protagonistas e de temas tratados, fugindo aos lugares comuns de sempre, que aqui temos vindo a denunciar há muitos anos, primando, ao invés, pelo conhecimento edificado pela investigação, pela reflexão crítica enraizada no conhecimento credível, e por uma visão equidistante do fenómeno da Praxe, das praxes e das demais tradições estudantis.

A seu tempo, tomaremos a liberdade de fazer uma análise ao código de 57, um documento tão cheio de historicidade como de erros históricos crassos e dolosos, analisando igualmente a sua mais recente versão, lançada este ano.

Até lá, fazemos votos que esta iniciativa tenha o sucesso que todos, certamente, desejamos que obtenha.